Profetismo Herético na Igreja Brasileira

Flores03

Existem bons estudos sobre o Profetismo – tanto no VT quanto no NT.

Nesses últimos anos, no Pentecostalismo brasileiro – e mais desgraçadamente no neo-pentecostalismo (que é uma excrescência herética) – falsos profetas surgiram às centenas e têm ludibriado aos milhares, até mesmo a pastores que deveriam ter conhecimento sobre o tema a fim de proteger o rebanho; na verdade, têm eles embarcado nessa canoa furadíssima. Os intere$$es são variados…

“Unção profética, óleo profético, palavra profética, revelação profética, etc”. A enganação não tem limites! Esses termos têm sido usados como “mantras” a fim de criar (legitimar) nas consciências crédulas (mas frágeis!), um espaço-de-revelação e aceitação de tudo que o pregador (profeta, argh) disser.

Culto não é “sessão-espírita” onde Deus “vai baixar e falar”. O dom de profecia é bíblico e contemporâneo. Quem exerce o dom de profecia, de modo bíblico e legítimo, deve entender que está falando o que recebeu, o que recebeu de Deus (não é Deus quem está falando – é você mesmo), e isso deve estar ainda sujeito ao JULGAMENTO (a análise bíblica) de outrem.

Não nos esqueçamos de que é uma obrigação cristã analisar todas as profecias.
O apóstolo Paulo escreveu: “E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.” [1 Coríntios 14.29]. O apóstolo João fala que devemos “provar os espíritos”: “Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo”. [1 João 4:1]. Em apenas dois textos vemos claramente um mandamento.

De uma vez por todas, entendam: não há mais profeta, no sentido Strictu, e sim o dom de profecia. Todavia, no sentido Latu, aquele que anuncia o Evangelho (especialmente os ministros) é um profeta.

Não caiam no “conto do falso-profeta”.

PC Sampaio

PC Sampaio

Pr. Administrativo
Tags: Mensagem, Pr.Paulo,

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