Religiosidade – para o bem ou para o mal

12 de outubro de 2015

VelasAFINAL, PODE-SE SER CRISTÃO E, AO MESMO TEMPO, NÃO SER “RELIGIOSO”?

Resposta: NÃO!

Religião (de Religare, Latim) significa reatar, unir de novo algo partido. Crença/fé em alguém e/ou algo sagrado. Um conjunto de princípios morais fundamentados em literatura dita sagrada.

Do conceito acima, percebe-se que, de modo algum, alguém pode gostar/amar alguma personagem e/ou uma entidade religiosa sem estar claramente exercendo uma “religiosidade”. Verdade seja dita, o ser humano é “religioso por natureza”. Negar isso é atestado de incultura (para dizer pouco!). A Filosofia, a Sociologia e outras ciências “humanas” reconhecem esse axioma (verdade insofismável).

Isso entendido, vem uma pergunta: e a religiosidade não é considerada um malefício por quase todos os pastores e intelectuais (esquerdopatas, principalmente)? Não se ouve tantas pregações contra a tal “religiosidade”!? SIM e NÃO. Explico-me:

SIM
A religiosidade pode ser um grande malefício se ela tolhe, limita e aprisiona o individuo em “faça isso; não faça aquilo”. Ao final, esse religioso estará nas teias de um manipulador-de-seita travestido de apó$tolo-bi$po etc.

NÃO
A religiosidade jamais será um malefício para quem sabe o seu real significado e a exerce em toda a sua integridade, honestidade, seriedade, sublimidade, amorosidade e atemporalidade. Jamais deveríamos ter vergonha em nos declararmos “religiosos”.

Toda religião tem um conjunto (cânon) de Escrituras. Daí existirem duas consequências: uma prédica e uma prática. A prática legitima a prédica, ou não!

Paulo César Sampaio
Pastor e religioso
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